De Bill Gates
Presidente da Microsoft, um dos mais ricos do mundo.
O QUE AS ESCOLAS NÃO ENSINAM:
Aqui estão alguns conselhos que Bill Gates recentemente ditou
em uma conferência em uma escola secundária sobre 11 coisas que
estudantes não aprenderiam na escola. Ele fala sobre como a "política
educacional de vida fácil para as crianças" têm criado uma geração sem
conceito da realidade, e como esta política têm levado as pessoas a falharem
em suas vidas posteriores à escola.
Muito conciso, todos esperavam que ele fosse fazer um discurso de uma hora
ou mais... Bill Gates falou por menos de cinco minutos, foi aplaudido por
mais de dez minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero a
jato...
Regra 1:
A vida não é fácil; acostume-se com isso.
Regra 2:
O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que
você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.
Regra 3:
Você não ganhará US$ 10.000 por mês assim que sair da escola. Você não
será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição
antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.
Regra 4:
Se você acha seu professor rude, espere até ter um Chefe. Ele não terá pena
de você.
Regra 5:
Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua
posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam
de oportunidade.
Regra 6:
Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus
erros, aprenda com eles.
Regra 7:
Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só
ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer
que eles são "ridículos". Então antes de salvar o planeta para a próxima
geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar
seu próprio quarto.
Regra 8:
Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e
perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não
repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto
não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está
despedido..., RUA !!!!! Faça certo da primeira vez!
Regra 9:
A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões
livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir
suas tarefas no fim de cada período.
Regra 10:
Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que
deixar o barzinho ou a boite e ir trabalhar.
Regra 11:
Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas).
Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.
De Barcelona
Queridos amigos de Canal Zero.
Meu nome é Patricia Sant'Ana, sou do Rio e moro na Espanha a cinco anos. Nesse meu tempo aqui eu vi e descubri coisas curiosas sobre os Europeus, sobretudo os espanhois e catalanes (eu moro em Barcelona) que eu gostaria de dividir com voces e com os seus leitores.
Pra fala a verdade isso é bem mais uma desculpa... eu adoro o site, adoro escrever e queria ser colaboradora internacional da sua revista. Seguramente voces ja tem seus contatos por aqui mas se estâo interessados em coisas novas, gente nova, ou o que seja que voces necesitem aqui da Zoropa eu adoraria ser a pessoa que buscasse informaçao, formulasse pesquisas, mandasse fotos ou o que fizer falta! Tenho muito tempo livre e montei um pequeno escritorio em casa na esperança que tivesse a chance de trabalhar com voces. Claro que tenho meu trabalho fixo, aqui tambem é dificil viver de escrever... (será um mal mundial?)
Falando serio, o que precisar aqui da Espanha ou qualquer lugar da Europa (qualquer tema: culura, gastronomia, moda, disign, musica, esporte, atualidades…) eu me viro. Pensem bem, pode ser interesante.... se acharem a ideia boa já será um pontinho para mim!! Por que voces nao fazem um teste?
Me despido com um sorriso e com certeza vou estar olhando minha bandeja de entrada cada 15 minutos só pra ver se recibo uma resposta de voces!
Um saludo cordial,
Patricia
Jornada Nacional de Literatura
Passo Fundo -RS 26/29 de Agosto de 2003.
Em lançamento no Átrio do Bourbon Country, Porto Alegre (23abr) a 10. Edição da Jornada de Literatura, terá o tema - Vozes do Terceiro Milênio: a arte da inclusão. A promoção da Universidade de Passo Fundo e da Prefeitura Municipal, apoio da UNESCO, Ministério da Cultura e Governo do Estado do RS, através de suas Leis de Incentivo à Cultura.
A www.canalzero.com.br estará apresentando informações de mais esta Jornada. Acesse o link ao lado para obter informações do site da Universidade. Pergunte via e-mail. Nossa Canalzero.com.br Produtora estará realizando programas de TV sobre personalidades presentes e já participantes de outras jornadas. No Canal Gente de nosso site, leia entrevista já realizada com a Coordenadora Geral, Dra. Tânia K. Röesing, com referências ao evento anterior.
Livro: Crianças no Computador.
A resposta da escritora.
Pergunta de:Elisangela P.Fleishmann/RS
Gostaria muito de obter maiores informações sobre a escritora Lezi Fleishmann e também sobre sua obra crianças no computador pois tenho um filho de 1 ano e meio e que já é fascinado por computador já que meu marido trabalha constantemente no mesmo.
Oi, Elisangela
É ótimo saber que estás interessada na qualidade da educação de teu filho. Antes de mais nada, sou mulher, mãe e professora atuando na educação infantil. O livro é resultado de todo o trabalho de mestrado em educação e trata exclusivamente de crianças, desenho e desenvolvimento cognitivo.
Compreendo o fascínio que o computador produz nas crianças e adultos e, como pais, devemos estar preparados para os desafios da educação moderna, sem esquecermos da criatividade que nos caracteriza como seres humanos.
Propor novos desfios, respeitando o tempo pessoal de aprender, com todo o carinho e preocupaçãoque tens para com o teu "pequenino" é um caminho que certamente o levará ao pleno desenvolvimento.
Um Abraço, Lezi.
O livro Crianças no Computador está disponível para a compra neste site
SHOPP Títulos escolhidos com entrega via correios.
MST: Invasões e Terrorismo?
A Colombia no RS/Brasil.
Opinião de:Graça Salgueiro / Recife
Recife - PE
Prezados amigos,
O nosso Brasil praticamente desconhece as recentes investidas do MST para "colombianizar" o RS. Gostaria de lhes oferecer a tradução de duas notícias da agência hispana Ambito Iberoamericano, as quais dão detalhes dessa dramática situação, que nossa grande imprensa até o momento parece ignorar. Por favor, leiam e divulguem estas notícias, que podem ser reproduzidas parcial ou totalmente, de preferência, citando a fonte: Ambito Iberoamericano (AI).
Atenciosos cumprimentos,
Bagé (RS): MST promove brutal ocupação em fazenda modelo. Diretor da Ana Paula Agropastoril responsabiliza o Partido dos Trabalhadores (PT) de "estar por trás" do "terrorismo" contra essa fazenda, referência nacional em pecuária de corte; e jornalista afirma ter se sentido como "no interior da Colômbia".
BAGÉ, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL, Maio 9, 2002 (Ambito Iberoamericano / AI) - "A invasão da Fazenda Ana Paula, em Hulha Negra, interior do RS, é a prova cabal de que caminhamos para o fim do estado democrático de Direito por estes pagos", afirmou o jornalista gaúcho Diego Casagrande em extensa reportagem junto à própria fazenda, invadida por 800 membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Segundo o colunista, a Ana Paula, de 15 mil hectares, é "um modelo de produtividade no Estado e na América Latina". Essa propriedade rural se encontra numa região considerada estratégica pelo MST, perto da fronteira com o Uruguai.
Pedem intervenção federal: O presidente da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Carlos Sperotto, pediu a intervenção federal no Estado, em virtude do não-cumprimento de medidas judiciais pelo governo estadual. "Os juízes estão denunciando o não cumprimento de ordens judiciais. Isso nos traz conforto, porque é a própria Justiça que está dizendo, e não mais nós", afirmou.
José Roberto Weber, presidente do Sindicato Rural de Dom Pedrito, criticou a "ineficiência da Segurança Pública", e acrescentou: "Nós temos responsabilidade, dignidade, honra e vergonha. Temos que plantar, colher, pagar contas e impostos. Eles (os invasores), têm todo o tempo do mundo e o ‘direito’ de destruir o que é nosso".
"PT por trás desse terrorismo" Ao redor da fazenda espalham-se assentamentos improdutivos de integrantes do MST, desde os quais, segundo o diretor da Ana Paula, Martim Teixeira da Luz, foram se articulando, no decorrer do ano passado, constantes ações de "terrorismo". Só em 2001, 300 animais foram roubados ou abatidos no campo, gerando prejuízos de R$ 1,5 milhão. E desde o início da invasão desapareceram 6 vacas importadas, valendo R$ 15 mil cada. "É inviável lidar com gente terrorista", disse Teixeira, que acrescentou: "Em última análise, o PT está por trás desse terrorismo diário".
Governo do Estado incentivaria invasões. Numa propriedade vizinha à Ana Paula, desde onde se via ao fundo o acampamento do MST, o presidente da Farsul, atribuiu ao governo do Estado incentivar as invasões: "Eles chegaram a usar ambulâncias para auxiliar invasores em um acampamento". E acrescentou: "Não é mais possível que possamos conviver com estas invasões. É preciso uma ampla investigação desse movimento (o MST) que recebe grandes investimentos do poder público e tem assentamentos onde ninguém entra, que são verdadeiras caixas-pretas".
"Favelas rurais" O deputado federal Luís Carlos Heinze (PPB) acusou os programas de reforma agrária dos governos federal e estadual de gerar uma legião de miseráveis no campo, com a criação de favelas rurais. E o deputado estadual Mário Bernd (PPS), que também visitou o lugar, declarou que ao invadir esta fazenda, o MST mostrou mais uma vez "sua ideologia socialista contrária ao direito de propriedade".
Como "no interior da Colômbia": Os jornalistas tentaram infrutuosamente chegar perto do acampamento do MST. "Ditando ordens na estrada, os membros do MST me fizeram sentir como se estivesse em alguma estrada no meio da selva, no interior da Colômbia, sendo tutelado por grupos revolucionários", disse o já citado repórter Diego Casagrande.
E o jornalista Gilberto Simões, comentou: "O Partido dos Trabalhadores (PT), sempre oportunista nas questões de direitos humanos, não compareceu à Fazenda Ana Paula para procurar confortar os invadidos. Não apareceu por lá também, para expor suas identificadas posições ideológicas e apoiar o seu braço de desrespeitadores da lei".
MST: "revolução do século XXI" Um outro jornalista gaúcho que esteve presente no lugar, Percival Puggina, denunciou: "Os membros do MST são revolucionários, como atestam os documentos apreendidos durante outra recente invasão no RS, a Cabanha Santa Bárbara, e estampados na edição de Zero Hora do dia 8 de maio. E fazem uma revolução do século XXI, sem fuzis, porque descobriram que é possível produzí-la usando a caneta de um governante, os fundos de ONGs internacionais, os olhos cegos e os ouvidos surdos de homens públicos cooptados para a causa, a tolice dos incautos, a pouca cautela dos tolos e, principalmente, a letalidade institucional de magistrados que trocaram a camiseta do Che pela toga de juiz".
Imprensa brasileira: pouco destaque. Os meios de imprensa brasileiros, de nível nacional, têm dado pouco ou nenhum destaque às recentes invasões de terras no RS, entre as quais, a da fazenda Ana Paula, em Bagé, e a da Cabanha Santa Bárbara, em São Jerônimo.
AI020509 / Ambito Iberoamericano (AI).
São Jerônimo (RS): manuais do MST revelam métodos de invasões. Documentos apreendidos pela Polícia na Cabanha Santa Bárbara, invadida pelos "sem terra", mostram também a sua ligação com Cuba.
SÃO JERÔNIMO, RS Maio 9, 2002 (Ambito Iberoamericano / AI) - Manuais e cartilhas apreendidos pela polícia num veículo do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) que tentava entrar na Cabanha Santa Bárbara, invadida desde o dia 12 de abril p.p. por centenas de "sem-terra", revelam os métodos revolucionários usados por essa organização para planificar e consolidar as invasões de terras que estão sendo feitas no Rio Grande do Sul, um importante e estratégico Estado brasileiro, limítrofe com a Argentina e o Uruguai.
Doutrinação "revolucionária" A doutrinação ideológica "revolucionária" é apontada num dos manuais como um ato preparatório fundamental no esquema de invasões. A existência das cartilhas, que formam parte do inquérito da Polícia Civil que apura os crimes ocorridos na fazenda invadida, foi noticiada pelo repórter Giovanni Grizzotti, da Rádio Gaúcha.
Modelo comunista cubano: Um dos manuais louva o modelo comunista de Cuba, dando uma descrição idílica da vida na ilha-cárcere do Caribe; e informa sobre os cursos que 150 membros do MST estão efetuando lá. O ditador de Cuba, Fidel Castro -que já tem feito públicos elogios ao MST- e o sanguinário guerrilheiro "Che" Guevara são colocados como modelos a serem imitados.
"Usar a mídia a nosso favor". Outra cartilha instrui os militantes do MST sobre como "usar a mídia a nosso favor, no momento certo", e menciona como principais aliados estratégicos o Partido dos Trabalhadores (PT), o Partido Comunista do Brasil (PC do B), o Partido Comunista Brasileiro (PCB), a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o Partido Verde (PV).
Inércia da Brigada Militar: Os proprietários da Cabanha Santa Bárbara se queixaram de que a Brigada Militar do Estado tem propiciado, pela sua atitude de inércia, a depredação e os furtos na fazenda.
AI020509 / Ambito Iberoamericano (AI).
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Rádio. Uma grande paixão!
Rádio Eldorado - SP - Marketing
Opinião de:Marcos Daniel Nerling
São Paulo - SP
Tenho vivido bons momentos resultantes de escolhas e vitórias. Escolhas em se falando de poder fazer aquilo que se gosta. Vitórias quando se conquista aquilo que se procura no que se gosta de fazer.
A partir do ano de 1991 despertei para o gosto pelo meio de comunicação
rádio ainda em Santa Maria - RS onde tive a oportunidade através do radialista Paulo Ricardo (hoje na Rádio Medianeira) de, durante a noite em seu horário de trabalho na Atlântida FM conhecer o apaixonante mundo da comunicação. Sua magia, seu impacto, sua velocidade e principalmente seu poder de fixação e fidelização de audiência. Após sair da Base Aérea de Santa Maria tive a oportunidade de trabalha na cidade de Horizontina - RS na Emissora Vera Cruz AM por um mês como locutor. Saí por não concordar com a forma desumana com que Luis Pilau (diretor) tratava seus funcionários.
Resolvi ir para Palmeira Das Missões onde morava minha namorada, hoje esposa Maria Andréia Maciel onde recebi a oportunidade de trabalhar na Sociedade Rádio Palmeira AM e FM onde trabalhei por 11 anos intercalando com periodo de dois anos em empresas comerciais da cidade na área de venda buscando adquirir experiência neste setor, ainda por quase uma ano
desenvolver a Coordenação Comercial da sucursal na cidade da RBS TV Cruz
Alta. Passei também neste periodo em Palmeira das Missões cursar Direito no
campus da UPF, onde tive acesso a informação do 4º Prêmio de Mídia do
Estadão(Grupo Estado) onde me inscreví na categoria estudante - Case Rádio
com o Trabalho " Marketing em Rádio - Informação Também Vende", trabalho
ainda disponível para consulta no site www.sing.com.br (icone prêmio de
mídia), para quem tiver interesse em consultar. Ganhei o referido prêmio em
minha categoria e recebí de prêmiação a oportunidade de estagiar SEM
REMUNERAÇÃO por três meses na Rádio Eldorado -SP pertencente ao Grupo
Estado e ainda viagem de uma semana com acompanhante para Fortaleza -CE. Ao
final de meu estágio recebí o convite para ficar e, qual não foi minha
surpresa de que viria a assumir a assessoria de marketing da rádio no
departamento em que havia optado por estagiar, sob a Direção de Paula
Canoletti. Aceitei o convite e, tenho crescido muito em conhecimento neste
meio que me é apaixonante e que acredito ser um veículo de contado direto
coma as pessoas e principalmente, um meio de transformação da realidade
social de nosso país.
Acredito no meio rádio, mas em um rádio profissional,
sério, comprometido com a verdade e, na mão de administradores e não de
padres, pastores e políticos. Rádio é coisa séria. O Rádio pode transformar o mundo em pleno século XXl. Tenho planos de permanecer este na capital paulista e, em 2003 retornar ao RS para trabalhar em uma grande cidade gaúcha. Tenho vários projetos para este ano de 2002. O difícil de tudo isso é a saudade da esposa e do filho José Ricardo que permanecem residindo em P. das Missões - RS.
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Textos de arquivo que tiveram sua republicação solicitada:
Barcelona
super legal
Opinião de:Roberto Gouvêa
Curitiba-PR
Achei super legal a matéria sobre Barça. Já estive lá duas vezes indo para Andorra e França e por alguns dias me senti no paraíso. É o Brasil no primeiro mundo.
Barcelona é uma covardia de cidade. Estando a beira mar e tendo o potencial industrial e turístico que tem, torna-se uma cidade ímpar na Europa. O povo é amável e a cidade transpira uma energia como a de Sevilla, onde se sente o "sangre" espanhol em tudo que se vê ,respira ou se come.
Tenho muitas saudades de lá. Pretendo voltar muitas vezes e talvez até faça meu Doutorado por lá mesmo. Roberto Gouvêa, 36, dentista.
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Homens minhocas?
Em que ano estamos?
Opinião de: Shellen
Universitário
São Paulo/SP. -
Sou estudante universitario, na minha opinião nós estamos anos atrasados em nosso calendario, ja cientificamente comprovado que na realidade estamos no ano 2003, a previsão para o futuro nos próximos anos: vamos ter vários conflitos e o homem vai ser afugentado para sobreviver sobre o solo, feito minhocas, isto por varias gerações, por causa dos gases e efeitos causados pelos conflitos na atmosfesra, nisto o homem não poderá voltar a superficie, será quando irá brotar novamente a vida humana na terra de forma pré-histórica, será quando homem da terra "minhocas", irá domesticar o homem da superficie, alimentando e tratando dele para tê-lo como alimento; o homem da superficie não tera história pois viverá pouco, porque mais ou menos aos 18 anos ele será convidado de forma alienada para o subsolo para serem alimento do homem "minhoca", na superficie terá registro de uma humanidade no passado mais ninguem saberá int..
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"Fórum Social Mundial..."
Socialismo, capitalismo ou...?
Opinião de: Flaviana Garcia Gouvea
Analista de Comunicação e Marketing
São Paulo/SP. -
Gostaria de parabenizá-lo pela excelente análise sobre o FSM. Percebi pelos seus outros artigos publicados no Canalzero, que você é uma pessoa com grande capacidade de análise e ponderação dos fatos, inquieto e questionador dos sistemas impostos pela sociedade. Por exemplo, na frase "saber se o socialismo, ou o capitalismo seria a melhor forma para o Ser humano, seria generalizar demais..."
Realmente são fantásticos os outros artigos que li (ainda não li todos). Por isso, achei interessante compartilhar com você os meus conhecimentos sobre o cooperativismo, que apesar de não saber se este a melhor forma para o ser humano, é o que mais se aproxima e dá condições para ele ter saúde, educação, habitação, eletrificação, crédito e outros benefícios sem a exploraçào do mundo capitalista.
Por ser uma sociedade de pessoas e não de capital, que não visa lucros e que os donos são os próprios cooperados, o cooperativismo tem se tornardo a melhor opção para a população. Apesar de ainda não abranger a nossa sociedade em sua plenitude, nem ter a amplitude de países desenvolvidos como a Alemanhã e Holanda, aqueles que têm acesso ao um sistema cooperativo tem encontrado uma excelente opção para sair dos problemas.
Atuo há 6 anos numa Central de Cooperativas de Crédito em São Paulo e tenho visto os bons frutos do cooperativismo...
Pode parecer que estou enviando este e-mail apenas para conseguir uma divulgação do nosso Sistema. Mas não é. Seus textos me despertaram a necessidade de divulgar à população esta alternativa, principalmente neste momento que acontece o FSM em Porto Alegre, local onde o Cooperativismo de Crédito é muito bem representado...
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Para ter mais informações, debater sobre o tema, manifestar sua opinião, envie um e-mail para a www.canalzero.com.br
Indios e Meio Ambiente:
Atitudes Degenerativas.
Opinão de Rosangela Della Justina Kehrig
Marília/SP.
Prezados Senhores!
Fiquei estarrecida com as divergências sobre as invasões indígenas.
Já é coisa do passado pensarmos que os índios são protetores do meio ambiente, e que jamais teriam atitudes degenerativas. Está certo que possuem o seu habitat, todavia, à partir do momento que optam por invasões indígenas, ocupações que não poderiam existir sendo reservas nacionais, já ultrapassam os seus limites.
Os nativos correspondem aos maiores devastadores, embora queiram se defender de inúmeras formas.
Sem sombra de dúvida, não deve haver proteção para estes, pensando-se no passado, como eram as organizações indigenistas, ou na forma como eram protegidos.
Em suma: contrariando toda a legislação ambiental vigente no país, as condutas que realizaram sendo: caçadas de tartarugas, devastação de áreas da Mata Atlântica, e consequentemente, o comércio ilegal, não poderiam ficar impunes.
Então, o Ministério Público, incumbido de ser fiscal da lei, agiu corretamente, não deixando à mercê dos fatos, estes acontecimentos. Parabéns!
Abraços.
Rosangela Della Justina Kehrig.
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Festa de Branco
A Reação dos índios
Opinão de Eugênio Hansen
Uma flecha encravada no grande relógio comemorativo dos 500 anos que a Rede Globo montou no Eixo Monumental, em Brasília, tornou-se, desde ontem, mais um símbolo do protesto dos líderes indígenas à maneira com que seus povos ainda são tratados no país. O "ataque" ao relógio da Globo ocorreu durante a marcha realizada por cerca de 500 índios contra as comemorações oficiais da passagem de meio século do "descobrimento" do Brasil pelos portugueses,
cujo ponto alto deverão ser as cerimônias programadas na Bahia no dia 22 de
abril. Os manifestantes realizaram também um ato no auditório do Congresso
Nacional, onde exigiram a aprovação do Estatuto das Sociedades Indígenas,
projeto apresentado em 1991 pelo deputado Aloizio Mercadante (PT-SP) e que,
passados nove anos, continua engavetado.
Seguindo a tradição da história oficial do Brasil, nessa "festa" dos 500 anos do descobrimento os índios ficaram de fora, pois eles, efetivamente, nada têm a comemorar após cinco séculos de epidemias, guerras, escravidão, massacres e desculturação. Para variar, há poucos dias, a PM baiana
destruiu um monumento construído pelos índios em Porto Seguro (BA), no local em que
foi celebrada a primeira missa. O governo da Bahia é acusado, além disso,
de manter uma espécie de cordão de isolamento nas imediações de Santa Cruz de
Cabrália, onde será inaugurado o monumento em homenagem aos 500 anos, no
dia 22, para "impedir a entrada de índios, sem-terra e negros", segundo a
denúncia do deputado Marcos Rolim (PT-RS), presidente da Comissão de
Direitos Humanos da Câmara. Tudo isso com a conivência da Comissão dos 500
anos, presidida pelo ministro dos Esportes e Turismo, Rafael Greca. O sonho
das autoridades é que os índios comparecessem a caráter e participassem,
mais uma vez, como figurantes passivos, da cerimônia oficial. Mas a
movimentação dos índios e de suas entidades ameaça estragar o "brilho" do
evento, a ponto de o general Alberto Cardoso, do gabinete de Segurança
Institucional da Presidência da República, declarar, no começo da semana,
que o presidente Fernando Henrique não comparecerá à solenidade em Santa
Cruz de Cabrália, por motivo de segurança.
Muitos estudiosos consideram a história do Brasil, vista do ângulo indígena, como um verdadeiro genocídio. Segundo o livro do historiador Francisco Iglésias, "Trajetória Política do Brasil/1500-1964" (Companhia das Letras, 1993), quando Pedro Álvares Cabral aqui aportou com suas caravelas, deveriam existir entre 2 milhôes a 4 milhôes de índios (o autor chama a atenção para a precariedade destes dados, reflexo do desconhecimento geral sobre a
realidade dos índios). Há quem calcule que teriam sido exterminados, de
1500 para cá, mais de 10 milhões de índios. Hoje, de acordo com a Funai, a
população indígena seria de 320 mil pessoas, grande parte delas vivendo
miseravelmente em reservas precaríssimas, constantemente invadidas por
grileiros, fazendeiros e por órgãos do próprio Estado, sempre em nome do
progresso e sem nenhum respeito aos direitos dessas populações. As nações
indígenas que conseguiram se preservar mais foram as que, por resistência
ou sorte, conseguiram manter distância da chamada civilização, escapando às
suas agressões, guerras, doenças e aculturação. Referindo-se a isso, o
presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), o bispo d. Franco
Masserdotti, disse não ser possível esquecer a ligação "entre a cruz dos
missionários e a espada dos colonizadores", destacando que houve, por parte
da igreja católica, omissão e conivência.
Diante da dizimação dos índios, houve no país, muito tardiamente, tentativas de implantação de políticas públicas que revertessem esta realidade. O Serviço de Proteção aos Índios (SPI), que teve como lema nunca matar um índio, formulado por seu principal expoente, o marechal Rondon, é de 1910.
Em 1967, foi substituído pela Fundação Nacional do Índio (Funai), órgão
mergulhado, desde sua criação, em crise crônica. Até hoje, a principal
reivindicação das nações indígenas é a demarcação de suas terras, como
fator primordial para sua sobrevivência. O projeto de Estatuto das Sociedades
Indígenas, que se encontra parado no Congresso, procura consolidar os
direitos básicos dos índios e definir as obrigações do estado para com
eles. Melhor faria o país, em relação a um dos povos que mais foram violentados
no decorrer de sua história, em aproveitar a data dos 500 anos para dar um
efetivo passo à frente no reconhecimento e respeito a seus direitos
elementares, do que transformar a festa dos 500 anos do descobrimento (para
os índios, 500 anos de extermínio) em mais uma "festa de branco" vazia e
cretina.
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Ano Novo
Velho Exército
A agressão boçal e gratuita da polícia do exército brasileiro aos fotógrafos credenciados no réveillon do forte copacabana marca o início do século XXI de maneira sombria
Opinão de Andre Arruda
em Janeiro de 2000
A PE tem histórico de tortura. Nos anos de chumbo da ditadura, o temido quartel da polícia do exército, na rua Barão de Mesquita, na Tijuca, Rio de Janeiro, era o lugar de procedimentos bárbaros de investigação executados pelo estado brasileiro na época. Três décadas atrás, choque elétrico, pau de arara, cadeira do dragão, entre outros, eram os métodos usuais e permitidos pelo estado de direito - ou a ausência deste - neste país.
Seguindo uma lógica diabólica, não espanta que o fotógrafo do JB, Fernando Bizerra Jr., tenha sido, sem motivo algum, detido junto com Sheila Chagas, fotógrafa freelancer contratada pela editora Abril, levados para uma sala no forte de Copacabana e submetidos a mais agressões cometidas pelos soldados da PE numa noite que deveria ser de alegria e festa, como todas as noites de ano novo deveriam ser.
É a ética aparente do exército brasileiro ou sendo otimista, de parte dele: arbitrariedade, confinamento, truculência. Um soldado age apenas por ordem superior. Na cadeia de comando do revéillon presidencial, um oficial ordenou esta violência, o que é gravíssimo.
O fotógrafo Marcelo Sayão, do O Globo, teve seu flash quebrado e sua lente 28-70 danificada, além de sofrer agressões.
A grande pergunta seria qual o real motivo da violência, que teria sido ordenada por uma arquiteta ou chefe de cerimonial, temerosa que a imprensa registrasse a simples imagem de uma tenda derrubada pela garoa e pelo forte vento que assolou a cidade e que por um capricho natural, parou momentos antes dos fogos.
A pergunta ainda não cala quando sabemos que uma civil teria ordenado ( ! ) aos militares que impedissem a imprensa de trabalhar.
O que se tira daí? Um grande ponto de interrogação. Desta vez o exército brasileiro se omitirá? do alto da sua tradicional belicosidade verde oliva nem um pedido de desculpas? ou ressarcimento material e moral aos agredidos, previsto em lei? ou serão os jornalistas ''inimigos'' ou ''não passam de um bando de comunistas agitadores''? outra bomba do Riocentro ? ou em área militar qualquer um ''pode entrar na porrada''?
A cúpula do Comando Militar Leste não deve e não pode aprovar tal atitude.
Seria bom acreditar que a era ditatorial militar brasileira foi sepultada no último dia 25 de dezembro do século passado, no cemitério do Cajú, no Rio, junto ao cadáver daquele general que preferia cheiro de cavalo ao de gente.
Leia a repercussão na imprensa e na sociedade
www.photosynt.net
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Refugiados Sérvios:
são mais de 300 000...
Opinão de Nikola Matevski
Durante e depois dos bombardeios da Otan, sérvios fugiram em massa para o norte, fugindo das perseguições do Exército de Libertação de Kosovo. As tropas de paz da ONU/OTAN não conseguiram proteger a minoria sérvia que habita Kosovo dos ataques do ELK de modo que mais da metade foi perseguida.
Por que ninguém chama isso de limpeza étnica?
Mais de 540 sérvios foram mortos em Kosovo no período de primeiros dois meses após o fim dos bombardeios. Centenas de casas e monastérios sérvios foram destruidos. Um terço da população Sérvia não é composta por sérvios. Existem húngaros, ciganos, albaneses, romenos, croatas, sérvios-bosnios, croatas-bosnios.
O problema é que albaneses queriam independência territorial (ja que a cultural* eles já tinham, estabelecida ainda no governo de Tito) em uma região de importância histórica, religiosa, cultural. Com isso não quero inocentar os crimes de guerra sérvios, mas deixar uma coisa bem clara: o que aconteceu em Kosovo foi uma GUERRA. Em uma guerra os DOIS lados matam, morrem, e cometam crimes de guerra.
No entanto, para simplistas, é mais facil ver uma imagem fotocópia: tudo é preto ou branco. Nessa guerra não há bem ou mal.
*Quando me refiro a liberdade cultural quero dizer que albaneses imigrantes na Sérvia tinham escolas, rádios, jornais (em idioma albanês) pagos pelo governo sérvio. Durante anos a população sérvia pagou impostos especiais para o desenvolvimento se Kosovo. Foi dado tudo o que albaneses queriam para integrar a Iugoslávia, mas eles(os albaneses) não aceitaram. Eles queriam a independência.
Por causa dessa ideologia, ja evidente nos anos 80, o governo Milosevic reprimiu a liberdade dos meios de comunicação e uso do idioma e deixou de bancar alguns dos privilégios da população albenesa.
Esse é o momento em que surge uma guerrilha armada pequena, financiada pelo tráfioco ilegal de drogas e armas, chamada ELK. A partir de então a situação se agravou culminando nos bombardeios de 99.
conflito.cjb.net
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